sexta-feira, 11 de março de 2011

Terremoto seguido de tsunami na costa leste do Japão

A polícia japonesa disse nesta sexta-feira ter encontrado entre 200 e 300 corpos na cidade de Sendai, na costa leste do Japão, após o terremoto seguido de tsunami que atingiu o país. Segundo as autoridades, outros 88 corpos já foram encontrados e mais de 350 pessoas estão desaparecidas em consequência do tremor, o mais forte já registrado no Japão.
Sendai é a cidade mais próxima do epicentro do sismo, que teve magnitude 8,9 pela medição da Agência Geológica americana (USGS, na sigla em inglês). Regiões agrícolas próximas à cidade, capital da Província de Miyagi, também foram inundadas pelas ondas de até sete metros que se seguiram ao terremoto.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher

Dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher, uma data especial onde em todo o mundo são feitas comemorações e homenagens para estas que na verdade são dignas de serem homenageadas todos os dias do ano.

terça-feira, 1 de março de 2011

Piso salarial de professores tem aumento de 16%

Veja

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira o novo piso salarial dos professores da rede pública do país. O valor será de 1.187,97 reais para docentes de nível médio que cumprem carga horária de 40 horas - uma alta de 15,84% sobre os 1.024,67 reais adotados em 2010. Para os professores que cumprem 20 horas, o piso será de 593,98 reais.

O governo anuncia também o abrandamento das regras para a liberação de recursos federais para as cidades que têm dificuldades para pagar o piso salarial. Atualmente, para receber o recurso adicional quando não é possível atingir ao piso mínimo, o estado ou o município tem de destinar 30% de seu orçamento para a educação - e não os 25% exigidos pela Constituição. Pela nova regra, valerá o porcentual definido na Constituição.

O Ministério da Educação (MEC) vai flexibilizar também a regra que determina que, para repassar a verba, o município precisa atender 30% dos alunos na área rural. A condição deverá ser derrubada.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Falta de políticas de segurança pública incentiva aumento de crimes

27/02/2011
Da Agência Brasil

A criminalidade cresce de maneira alarmante no interior do Brasil. A pequisa Mapa da Violência 2011, divulgada pelo Ministério da Justiça, aponta que entre 1998 e 2008 a taxa de homicídios no interior aumentou 38,6%, enquanto as capitais e regiões metropolitanas reduziram seus índices em 24,6%.
De acordo com o estudo, houve deslocamento dos polos da violência para os locais com menor presença do Estado na área de segurança pública. Isso demonstra a falta de políticas específicas para combater a criminalidade em municípios de médio e pequeno porte.
O Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), principal ação do governo federal na área, atende apenas os grandes centros urbanos e municípios com mais de 200 mil habitantes. Os governos dos estados, aos quais cabe constitucionalmente estabelecer e executar as políticas de segurança pública, também não têm ações sistemáticas para conter a criminalidade e a violência nessas localidades.
A interiorização da violência indica que é o interior que assume a responsabilidade pelo crescimento das taxas de homicídios e não mais as capitais ou regiões metropolitanas. "É inegável que essa situação de equilíbrio instável vai exigir esforços redobrados dos governos e da sociedade civil para interiorizar e espalhar as políticas de contenção e enfrentamento da violência", diz a pesquisa.
De acordo com a coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), Silvia Ramos, o processo de migração da violência começou das capitais para os municípios das regiões metropolitanas e depois para o interior. "Hoje, a violência migrou para os chamados municípios de médio porte. Aquela cidade com 50 mil habitantes, que era um lugar onde todo mundo dormia de portas e janelas abertas ou ficava na pracinha até de noite tocando violão."
Fatores como tráfico de drogas, comércio clandestino de armas e policiamento precário contribuíram para o aumento das taxas de homicídio no interior do país, segundo Silvia. "Essas cidades adotaram uma cultura de violência. Aquela cidadezinha [pacata] passou a ser um local onde todo mundo está se entupindo de grades."
Além da interiorização da violência, a pesquisa também destaca a concentração da criminalidade em certas áreas urbanas, como favelas e zonas periféricas. Para Silvia, isso reflete o surgimento de uma nova variável explicativa para o crescimento da violência: a geografia urbana.
"Antigamente, costumava-se imaginar que renda, gênero, raça e escolaridade eram variáveis explicativas importantes para entender taxa de homicídio. Embora tudo isso seja verdade, apareceu uma nova, que é a variável do local de moradia."
e acordo com a coordenadora, as políticas públicas não estão preparadas para intervir de forma integrada nesses territórios. "Temos de melhorar as respostas na área de segurança pública. Para que a criminalidade seja reduzida, temos, em primeiro lugar, que ter policiais comunitários e, ao mesmo tempo, investir na melhoria [infraestrutura e ações sociais] dessas áreas."

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dilma vai abrir o capital da Infraero

Uma das primeiras medidas da presidente eleita Dilma Rousseff será a abertura do capital da Infraero. Dilma aposta na capitalização da estatal como uma forma de obter recursos para a modernização e ampliação da aviação civil no País, com o objetivo de atender às necessidades para a realização da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.
Dilma vai ao mesmo tempo retirar toda a parte civil da área de aviação do escopo do Ministério da Defesa, criando uma secretaria especial subordinada diretamente à Presidência.
Dilma sabe que a necessidade de modernização e ampliação dos aeroportos é o maior gargalo do País para a realização da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Justiça vai apurar ofensas contra nordestinos na internet

Qua, 03 Nov, 04h34
Por Juliano Costa, da Redação Yahoo! Brasil
Atualizada às 18h30
A OAB de Pernambuco entrou nesta quarta-feira com uma notícia-crime no Ministério Público Federal em São Paulo contra a estudante de direito Mayara Petruso, que chocou o Brasil com mensagens racistas postadas no Twitter logo após a eleição de Dilma Rousseff no domingo.
Vários usuários se manifestaram de forma ofensiva aos nordestinos, mas, segundo a asessoria de imprensa da OAB-PE, a ação será concentrada em Mayara "porque foi ela quem começou". Dentre vários posts ofensivos, Mayara escreveu: "'Nordestisto' não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado" (sic).
Caberá ao Ministério Público Federal investigar o caso, e decidir se Mayara é passível de punição. A garota será alvo de duas ações: uma por racismo e outra por "incitação pública ao ato delituoso". A primeira estipula pena de 2 a 5 anos de detenção, e a segunda, de 3 a 6 meses de reclusão ou multa. O crime de racismo é imprescritível e inafiançável.
O escritório de advocacia Peixoto e Cury Advogados, em São Paulo, onde Mayara era estagiária, divulgou nota nesta quarta-feira lamentando a postura da estudante. Ela já não trabalha mais no escritório. "Com muito pesar e indignação, (o Peixoto e Cury Advogados) lamenta a infeliz opinião pessoal emitida, em rede social, pela mesma, da qual apenas tomou conhecimento pela mídia e que veemente é contrário, deixando, assim, ao crivo das autoridades competentes as providências cabíveis", diz o escritório, em nota divulgada à imprensa.

Não é a primeira ação na Justiça que apura crimes de xenofobia contra nordestinos praticados na internet. O Ministério Público Federal investiga denúncias de racismo por parte de membros de uma comunidade no Orkut chamada "Eu odeio nordestinos". O tumblr Xenofobia Não reúne uma série de "print screens" de ofensas de usuários a nordestinos no Twitter, como "Só Hitler acaba com a raça dos petistas, construindo câmara de gás no Nordeste e matando geral" .
O objetivo da ação contra Mayara, segundo a OAB-PE, é acabar com a percepção que existe de que manifestações odiosas na internet acabam impunes.