segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


sexta-feira, 23 de novembro de 2012


Origem do texto: Wikipédia.
O marco zero da cidade de São Paulo é um monumento geográfico localizado na Praça da Sé, zona central da cidade de São Paulo. O prisma hexagonal revestido de mármore apresenta o centro geográfico da cidade, onde todas as medições de distância situadas nas placas toponímicas da mesma são estabelecidas.


História
A estrutura é um ponto turístico da cidade.
No início do século XX não havia um meio de demarcar o início da numeração das vias públicas paulistanas e o monumento foi uma das muitas tentativas de fixar uma centralidade material na cidade.
No ano de 1921 o jornalista Américo R. Netto, um dos membros da Associação Paulista de Boas Estradas, propôs a demarcação de um marco zero para São Paulo. O mesmo recorreu ao escultor francês Jean Gabriel Villin para a execução do projeto. Contudo, somente em 1932 a idéia foi aprovada pelo então prefeito da cidade, Antonio Carlos Assumpção. Dois anos mais tarde o marco foi instalado, tornando-se o primeiro do gênero na América do Sul.
A estrutura foi tombada em 2007 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, vulgo

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Para conquistar uma cadeira no Legislativo Municipal não basta ser o mais votado, é preciso que o partido ou coligação atinjam o chamado quociente eleitoral. Saiba como esse cálculo é feito no vídeo abaixo:

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Agressões contra os professores

Reportagem mostra a que ponto chegam as agressões contra os professores e que medidas podemos tomar para corrigir esta lamentável realidade. Com comentário Mário Sergio Cortella

sexta-feira, 6 de julho de 2012

GRUPO IDEOLOGIA DE RUA

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A origem do meu nome:

No dia 06 de junho de 1962 após um parto complicado, o Brasil inteiro comemorava o feito de um grande jogador; com a informação da parteira (mulher que assiste a partos; obstetriz) de que a criança estava bem, meu pai, Eduardo Pessoa não teve duvida “o nome desse menino será Amarildo!” Um pouco dessa História: Edição Extra: PERFIL VEJA, Junho de 1962 De discreto reserva a substituto de Pelé, o botafoguense Amarildo, 22 anos, é figura decisiva no bi da Jules Rimet – e arranca suspiros exaltados da imprensa chilena O terror dos arqueiros: Amarildo comemora um de seus gols no Mundial. Ocupar o lugar deixado de Pelé? Missão cumprida Era para ser a Copa de Pelé. Aos 21 anos, tinindo física e tecnicamente, a estrela maior do futebol brasileiro chegou ao Chile para demonstrar ao mundo, de uma vez por todas, sua condição soberana na constelação de ídolos do esporte. Se em 1958, na Suécia, a precocidade do menino prodígio assombrou a todos, em 1962 o planeta teria a oportunidade de testemunhar o apogeu de um monstro. Mas uma fisgada na coxa direita na segunda partida da competição tornou realidade o que seus oponentes conseguiam apenas em sonho: parar Pelé. Em qualquer outro selecionado, a ausência do astro-rei seria fatal para pretensões de vitória – mas não no Brasil. A lacuna deixada pelo camisa 10 abriu espaço para a ascensão de um atleta pouco falado até mesmo entre torcedores brasileiros: Amarildo. Voluntarioso, valente e eficiente, o avante do Botafogo não se intimidou com a inglória tarefa de substituir Pelé e tornou-se figura indispensável na campanha da segunda conquista da Jules Rimet. Fascinada com seu desempenho, a imprensa chilena, ao final do torneio, já havia cunhado um apelido para Amarildo: o "Pelé branco". Do lado de cá dos Andes, sabemos que tal epíteto é impreciso e exagerado – mas a performance do moreno Amarildo realmente foi monárquica. Fiquemos, então, com a menos usurpadora criação de Nelson Rodrigues, fã declarado do craque, a quem o cronista chama simplesmente de "Possesso". O termo define com exatidão a personalidade e o estilo deste irascível fluminense de 22 anos, cria das categorias menores do Flamengo, clube em que desde cedo já mostrou as nuances de sua personalidade forte. Expulso da Gávea aos 17 anos pelo treinador paraguaio Fleitas Solich, após levantar a voz contra o chefe que o flagrou fumando no vestiário, Amarildo foi parar no Botafogo. Mais paciente, João Saldanha acolheu o intempestivo garoto, elevado a profissional em 1960. O atacante tornou-se a arma letal do alvinegro, uma das peças do célebre quinteto ofensivo – ao lado de Didi, Garrincha, Quarentinha e Zagallo – que fez aterrissar em General Severiano o Campeonato Carioca do ano passado e o Torneio Rio-São Paulo deste ano. Amarildo coleciona gols (foi artilheiro do último Carioca) e entreveros: depois de começar um deles, com o temível zagueiro Jadir, levou uma dúzia de pontos na perna. Mas segue longe de aprender qualquer lição, para delírio dos torcedores. Do quinteto mágico do ataque do Glorioso do Rio de Janeiro, apenas Quarentinha não foi levado por Aymoré Moreira para o Chile. Esse entrosamento com os outros quatro titulares botafoguenses do escrete canarinho – além dos atacantes, também o alvinegro Nílton Santos, craque de bola e líder por natureza, desfilou no Mundial – certamente colaborou no desempenho perfeito do camisa 20 da Seleção. Quando se viu sem condições de ir a campo, Pelé aconselhou Amarildo: "Jogue como se estivesse no Botafogo". O craque assim o fez, e, suas atuações no Chile nos permitem finalizar este texto com uma heresia jamais imaginada antes do Mundial: Pelé, quem diria, não fez falta à seleção brasileira.